Mergulho e Gratidão.
Sim, há desertos imensos
Secos, áridos que racham o chão
Conflitos
Segredos.
Medos.
Solidão.
Mas há, no calor
Deste deserto,
Tua Voz. Tua Mão. Teu perdão.
Águas Vivas, que em torrentes,
Preechem abismos e vales
Irrigam a secura do chão.
E não há nada em mim
Que não experimente
A paz desta inundação.
A mim, só cabe,
Render-te Graça.
A mim, só resta
Mergulho e Gratidão.
Elis Campos.
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Não,
Não tente me encontrar
Seguindo as pistas
No que escrevo.
Elas são frutos de tantas coisas
De medo. De amor.De desespero
Elas são cacos, peças, retalhos
Que deixo escapar
Para não me perder
Mas não tente me encontrar,
Ou me me entender
Por estes rastros.
"São só versos , não fatos."
E no fim da estrada
Você não vai encontrar
uma casa de doces
Nem flores.
Você pode se assustar,
Ou não voltar
porque não sou eu...
Não, não. Eu não estou lá.
O que está lá
são meus Montros.
Elis Campos.
Não tente me encontrar
Seguindo as pistas
No que escrevo.
Elas são frutos de tantas coisas
De medo. De amor.De desespero
Elas são cacos, peças, retalhos
Que deixo escapar
Para não me perder
Mas não tente me encontrar,
Ou me me entender
Por estes rastros.
"São só versos , não fatos."
E no fim da estrada
Você não vai encontrar
uma casa de doces
Nem flores.
Você pode se assustar,
Ou não voltar
porque não sou eu...
Não, não. Eu não estou lá.
O que está lá
são meus Montros.
Elis Campos.
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